Falando em Bandage Dress…

Que os Bandage Dresses não são novidade, todo mundo já sabe! (?)

A forma dos vestidos “bandagem” (em português) foi posta em prática em 1985 – sim, eles circulam por aí desde então – pelo estilista Hervé Leger, mas só agora estão tão popularizados… principalmente pelas celebridades!

Lady Gaga, Blake Lively, Victoria Beckham, Lindsay Lohan e Jennifer Love Hewitt.
Essa técnica de modelagem milenar (Hello, História da Moda?), não faz jus a qualquer reles mortal. Sim, porque vamos combinar que lycra+tiras na horizontal não é a melhor combinação para quem tem gordurinhas para esconder! Rs

Mas mesmo as mais “abençoadas por Deus”, como a top model Gisele Bündchen, são traídas pelo vestidieeenho cobiçado. Sim, porque mesmo as mais magras têm as suas formas marcadas pelo bendito!

Até a diva com suas formas marcadas pelo seu Hervé.

Agora se você não é aquele exemplo de magreza (0% de gordura no corpo? Oi?) e tem cara de pau suficiente em arriscar, faça como a Beth Ditto – vocalista do Gossip – e se jogue nessa moda!

A titia aqui não tem essa coragem… quem sabe quando eu nascer de novo e me contentar em ser magrela.
Ta vendo? Nisso é que dá pedir para engordar.

História da Moda – Parte 1

Vamos dar início ao nosso estudo sobre História da Moda?

Nossa primeira parte é sobre como que a vestimenta surgiu… desde os primórdios das civilizações até a época dos faraós no Egito.

O primeiro registro que se tem sobre a idéia de ter um objeto para cobrir as “partes” é na Bíblia, no nascimento do homem e da mulher (“O homem e a mulher estavam nus, e não se envergonhavam”).

Após o fruto proibido, veio a vergonha e o pudor. No livro de Gênesis, temos a seguinte citação:

“E fez o Senhor Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu” (Gênesis 3:14-24).

A partir daí, homem e mulher passaram a cobrir o corpo com um pouco mais que uma simples folha de bananeira! Rs

Na pré-história, cobrir o corpo passou a ser literalmente uma necessidade e uma proteção, principalmente contra o frio. O homem primitivo utilizava-se da caça não só para se alimentar, mas para também usufruir das peles dos animais, virando assim uma questão também de poder.
Com o tempo, o homem foi percebendo a necessidade de moldar as peles junto ao corpo, visto que apenas jogá-las sobre a pele era desconfortável e limitava seus movimentos.
Para torná-las mais maleáveis, as peles eram mastigadas. Depois, o homem passou a usar a gordura animal para fazer este acabamento. Em seguida, veio a maior das descobertas: a agulha!
O homem paleolítico usava ossos e dentes dos animais para moldar os pedaços de pele junto ao corpo.

Na Era Neolítica, descobriu-se a lã das ovelhas e, com ela, veio a técnica de tear. Passaram-se os anos e o povo da Mesopotâmia (Sumérios, Assírios, Persas, Medas) veio aprimorar a técnica, dando mais simetria e forma aos pedaços de tecido que cobriam o corpo. Sarongues, túnicas, véus e até calças (característica dos Persas) surgiram nessa época da antiguidade Oriental. As (minhas queridas! rs) estampas também passaram a dar o ar da graça nas vestimentas.
Homens usavam barbas compridas e ambos, homens e mulheres, usavam cabelos longos e cacheados (acho que eu era dessa época, hein?! rs).

No Egito, as roupas passaram a ter um cunho social… uma verdadeira distinção de classes. Quanto mais roupa, mais rico!
Os trajes mais comuns eram o chanti (espécie de tanga presa por um “cinto”) e o calasires (feita de tecido semi-transparente, que deixa o chanti à amostra).
Nessa época surgiu o linho, de fibras vegetais, visto que usar matéria-prima de origem animal era considerado impuro.

Por questões de higiente, os egípcios raspavam os pêlos do corpo todo. As perucas eram utilizadas não só para “embelezar”, mas para proteger o couro cabeludo.
Os padrões estéticos também se estendiam nas roupas, bem mais ajustadas no corpo.
Esmaltes também surgiram aqui (!) onde as mulheres utilizavam a tintura de hena para pintar as unhas.
E as maquiagens? Hello, Egito! rs
Apesar das matérias-primas terem surgido na Mesopotâmia, os egípcios tornaram a maquiagem um ritual diário a partir desse momento da história.
Os olhos eram bem demarcados por diversas razões: pela simbologia (visto que remetiam à sabedoria) e pela proteção contra os insetos e a luz, visto que a cor escura a reflete.


E o que vemos Hoje na moda que veio dessa História?

Gostaram?
Semana que vem tem mais!

Porque 1 é pouco!

Alguém ai tá ansiosa(o) para assistir a sequência do filme Sex and The City?
Porque eu não tô me aguentando de ansiedade!

Nem me lembro como comecei meu “vício” pela série, mas acredito que não tem como uma mulher não gostar… não só pelo girlie talk, mas pelas roupas, sapatos, acessórios, maquiagens… enfim, tudo o que uma mulher ama!

Pra falar a verdade, até hoje não assisti os episódios finais do seriado (!!!). Mas, para isso, já tenho o meu box com todas as temporadas da série!
Só falta mesmo o tempo nas tardes dos fins de semana para me atualizar nos últimos capítulos. Na realidade, as últimas temporadas… já que estou assistindo os episódios desde o início! rs

O seriado e, agora, os filmes servem para a gente suspirar e se inspirar nos looks de Carrie e as amigas – Charlotte, Miranda e Samantha – e, porque não, se emocionar com as histórias?!
No primeiro filme fiquei indignada com a cena de Carrie sendo deixada pelo Big no altar.
Aff! Nem gosto de lembrar disso.
Aquela cena, pra mim, é o “ápice” do primeiro filme.

Agora estou eu aqui, ansiosa na espera do segundo filme da série.
Pelos traillers (que você assiste logo mais abaixo), o filme promete grandes surpresas!
Can’t wait!

E vocês?


Trailler 1


Trailler 2
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