Sobre objeto de transição

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“O objeto de transição é bem comum na primeira infância e importante para o desenvolvimento emocional da criança. Pode ser qualquer coisa a que o bebê se apegue a partir do quarto mês de vida. Segundo o pediatra e psicanalista inglês Donald Winnicott, nos primeiros meses de vida, graças à atenção e aos cuidados maternos que recebe, o bebê imagina que ele e sua mãe são um ser único, a mesma pessoa. Mas, com a passagem dos meses, ele vai se dando conta de sua individualidade e percebe essa divisão. Mais que isso: descobre que a mãe nem sempre está presente para saciar suas necessidades e, por isso, acaba buscando em um objeto para essa fase de transição o apoio de que precisa, especialmente na hora de dormir”. (fonte: Revista Crescer).

Comentei com a pediatra do Tomás que achava o sono dele muito leve. Qualquer coisinha ele acorda e me procura (ou o meu peito rs). E ela sugeriu de, ao faze-lo dormir, colocar um paninho entre nós pra que depois continuasse ao lado dele quando eu saísse da cama.
Sábado fomos na Green escolher uma naninha maior (ele tem uma que é só um paninho, mas não rolou um apego sabe?). Mostrei pra ele duas opções e ele mesmo “escolheu”. Desde então, tenho colocado o monstrinho pra dormir com ele quando saio do seu lado, no inicio da noite. O mais curioso é que ja vi por diversas vezes, pela babá eletrônica, ele se assustar com algum barulho e, dormindo mesmo, se agarrar na naninha. Volta pro sono sozinho, sem acordar.
Tem dado super certo!💙

E o sono por aí, como está?

Mãe mulher

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Nada na vida tinha me deixado mais em contato com o “ser mulher” do que isso.
Podemos sim fazer tudo igual aos homens e devemos lutar por esse reconhecimento, mas também não há nada de mal em celebrar o que nos diferencia e nos torna únicas.
Que a comemoração não seja só hoje e que a luta pelos nossos direitos seja diária.
O nosso dia é todo dia.

Coragem de mãe

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Depois de meses com o papai em casa, agora somos só nós na maior parte do dia.
Me programei pra sairmos hoje e aproveitar o cinema perto de casa. Mesmo o Tomás estando bem chorão e demandando mais atenção nos últimos dias.
Na hora de sair, berreiro.
Me bateu uma insegurança e no meio do furacão pensei: “não vou mais”.
Respirei, reconsiderei e cheguei a conclusão de que não ia desistir na primeira dificuldade.
Arrumei as coisas e fomos. Tudo correu bem e no meio do filme me peguei pensando que é isso: eu e ele.
Uma dupla que vai se entendendo mais a cada dia. Enfrentando as adversidades e se ajustando.
Não tem essa de desistir.
Ele depende de mim e eu tô aqui pra ele.
E, por ele, eu vou sempre tentar o meu melhor.

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