6 meses de amamentação exclusiva

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Não gosto de comemorar nada antes do tempo, mas é um misto de felicidade e alívio perceber que conseguimos.

Amanhã serão 6 meses que nutro exclusivamente meu filho. Que sou a sua fonte de alimento. Que ele depende totalmente de mim, nesse sentido.

Ao mesmo tempo que passou rápido, por vezes achei que esse marco nunca fosse chegar. Pensei em desistir várias vezes. Foi difícil abdicar da minha individualidade. Entender que eu precisava me doar inteiramente a ele, não só fisicamente.

Realizei o “ser” mãe, verbo e sujeito da palavra, aos poucos, com o passar dos meses. Me redescobri mulher nesse papel. E por mais que eu reflita sobre esses 183 dias em que o tenho nos meus braços, não tenho palavras pra dizer o quão grata a Deus eu sou por essa experiência, por esse presente. 🙏👶💞

 

Coragem de mãe

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Depois de meses com o papai em casa, agora somos só nós na maior parte do dia.
Me programei pra sairmos hoje e aproveitar o cinema perto de casa. Mesmo o Tomás estando bem chorão e demandando mais atenção nos últimos dias.
Na hora de sair, berreiro.
Me bateu uma insegurança e no meio do furacão pensei: “não vou mais”.
Respirei, reconsiderei e cheguei a conclusão de que não ia desistir na primeira dificuldade.
Arrumei as coisas e fomos. Tudo correu bem e no meio do filme me peguei pensando que é isso: eu e ele.
Uma dupla que vai se entendendo mais a cada dia. Enfrentando as adversidades e se ajustando.
Não tem essa de desistir.
Ele depende de mim e eu tô aqui pra ele.
E, por ele, eu vou sempre tentar o meu melhor.

Saldo positivo: vem, 2017!

Entra ano, sai ano, e sempre o ano vigente é considerado “o pior de todos”. Com 2016 não foi diferente e foi quase uma unanimidade . Eu poderia engrossar o coro, mas não vou. Pra mim, esse ano não poderia ter sido melhor!

Minha única promessa para 2016 não foi começar uma dieta ou emagrecer, mas levar as coisas com mais leveza. Não deixar que qualquer coisa me abalasse ou chateasse à toa. E posso dizer, com orgulho, que cumpri essa meta praticamente com louvor.

Finalizei 2015 sugerindo o “pote da gratidão” para esse ano. Confesso que não fiz como gostaria, pois foi difícil identificar um momento específico do meu dia do qual eu era grata, quando muitos deles pareciam não sair muito do padrão.

2016 me trouxe a realização de um grande desejo (posso até dizer, um sonho) que era latente já há alguns anos: ter um filho. E não tinha mais nada que eu pudesse ser mais grata. Com isso, posso dizer que a gravidez me deixou mais perto de Deus. Meu exercício de gratidão saiu do pote e se tornou orações diárias: para agradecer por mais um dia de vida e de saúde. Meus pedidos se limitavam a pedir proteção (a mim e ao bebê) e mais saúde, porque isso é o que importa, né?

Até o trabalho, estacionado em desafios já há alguns anos, foi menos difícil de levar. Esse ano estreitei relacionamentos com colegas de trabalho, que viraram amigas próximas, o que não tem nada melhor já que passo grande parte do meu dia com elas.

Sinceramente, não tenho do que reclamar. Descobri minha gravidez em fevereiro e com ela convivi durante quase todo o ano. Tive uma gestação tranquila, um parto do jeito que desejei, um filho saudável. O que mais eu poderia esperar desse ano? Pode parecer pouco resumir 365 dias num único acontecimento, mas a verdade é que ele foi um momento único, que vai reger todos os próximos dias, anos da minha vida.

Meu saldo de 2016 é mais que positivo. Posso dizer que esse ano, pra mim, vai ser pra sempre lembrado com carinho. Abaixo, 12 momentos preferidos de cada um desses 12 meses do ano.

rp_retrospectiva20161-e1483066530577.pngComemorando 8 anos juntos | Descoberta da gravidez | Show da dupla Oh Wonder | Meu aniversário com as amigas | Dia das mães com filhote na barriga | Presente lindo que ganhei de dia dos Namorados | Férias dos sobrinhos em SP | Chá do Tomás | Aniversário de casamento | Nascimento do Tomás | Ensaio da família | Nosso primeiro Natal juntos

 

Até 2017!